domingo, 20 de maio de 2007

Texto n° 3 - PORÍFEROS e CNIDÁRIOS

Os poríferos ou espongiários constituem-se nos animais menos evouluídos de todos. São multicelulares, mas suas células não formam tecidos bem definidos e muito menos se estruturam em órgãos. A sua constituição é muito simples. Por isso, muitos especialistas preferem distingui-lo dos outros grupos de animais, dividindo o reino Metazoa em dois sub-reinos: O Parazoa (onde se situam os poríferos) e o Eumetazoa (que engloba todos os demais filos). Os poríferos (do latim porus 'poro', 'orifício', e ferre 'que transporta', 'portador') são todos de haitat aquático, predominantemente marinhos, vivendo presos as rochas ou outros substratos do fundo do mar ou dos rios.
Características:
Têm o corpo perfurado por grande número de poros, por onde entra a água (poros inalantes ou óstios) e um único poro grande exalante (o ósculo), pelo qual sai a água de percorrer a cavidade central do corpo.
Os poríferos não possuem sistemas (digestivo, respiratório, nervoso e reprodutor). Eles realizam a digestão intracelular. A repiração e a excreção se fazem por difusão direta entre a água circulante e as suas células.
O corpo de uma esponja apresenta um revestimento externo de célula achatadas a epiderme, um revestimento interno com células flageladas e coanócitos, e uma camada intermediária na qual se encontram células móveis que se deslocam intensamente por meio de pseudópodos, os amebócitos.
Reprodução:
Assexuada: por brotamento, onde formam-se pequenos brotos laterais que se desenvolvem em novos indivíduos, originando as formas coloniais. Na gemulação formam-se agregados de células amebóides indiferenciadas, envoltas por dura camada de espículas justapostas. As gêmulas constituem formas de resistência, pois sobrevivem a condições desfavoráveis de seca e/ou frio. Merece destaque a grande capacidade de regeneração de partes danificadas da esponja.
Sexuada: Os poríferos são hermafroditas, porém não possuem gônadas. Os gametas, que se formam a partir de amebócitos que sofrem meiose, são lançados no átrio, onde ocorre a fecundação. Cada indivíduo apresenta maturação de óvulos e espermatozóides em épocas diferentes, o que evita a autofecundação. O desenvolvimento é indireto: após a fecundação o zigoto se desenvolve em uma larva livre natante - anfiblástula que sai pelo ósculo, fixa-se em um substrato e cresce, originando novo indivíduo.

3 comentários:

DICAS DE MAQUIAGEM disse...

esse site e muito bom ou seja e otimo vi tudo que queria pro meu trabalho de ciencias!!!!!!!!!!!!
beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

ana paula disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruna Pedro disse...

tem um erro no texto,tem um lugar onde ta escrito "haitat" que na verdade é habitat...
e eu ja li esse texto em outro site